quarta-feira, 28 de março de 2012

Filme de raulzito faz sucesso no cinema



Cada país tem o seu Elvis Presley. O do Brasil, sem dúvida, é Raul Seixas (1945-1989). O cantor e compositor baiano, aliás, adorava Elvis. Foi seu ídolo de infância, chegando a fundar em Salvador um certo Elvis Rock Club junto com o amigo Waldir Serrão.

Esta ligação e outras estão no documentário "Raul: o Início, o Fim e o Meio", em que o diretor Walter Carvalho ("Cazuza - O Tempo Não Para", "Budapeste") procura dar conta do mito e do homem Raul - um dos ídolos da música nacional que mais tem provocado um culto póstumo em torno de si, seguindo, nisso também, a saga de Elvis.

Guiado por intuição e rigor, Walter Carvalho reconstitui a trajetória explosiva de Raul, que encontra no escritor Paulo Coelho um parceiro de drogas, satanismo e sucessos como "Há Dez Mil Anos Atrás" e "Sociedade Alternativa" - esta última, valendo aos dois problemas com a ditadura militar da época, que enxergou nela uma mensagem política e, por isso, os prendeu, torturou e mandou ao exílio nos EUA.


O cantor Raul Seixas, que tem sua história contada em documentário (Pouco depois, o sucesso de seu disco "Gita" - que vendeu 600 mil cópias - traz Raul e Paulo Coelho de volta ao Brasil. Hoje um bem-sucedido autor internacional de romances de tempero místico, Coelho tem uma das mais saborosas participações no documentário, numa entrevista em que, em sua suntuosa casa, na Suíça, uma mosca faz uma surpreendente aparição, permitindo lembrar outra famosa música de Raul, "A Mosca na Sopa".

Com segurança, Carvalho costura depoimentos do irmão, de quatro das cinco ex-companheiras do cantor (a primeira, Edith, só participa por meio de uma carta, lida pela filha dos dois, Simone), de suas três filhas e de um neto, além de outros parceiros, como Cláudio Roberto, fãs e admiradores como Caetano Veloso, Tom Zé e Marcelo Nova.

Assim, constrói um panorama de uma vida curta, intensa e tumultuada, pontuada por alcoolismo, drogas, conflitos, mas não perde de vista a energia criativa do cantor e compositor, autor de hinos da contracultura, como "Metamorfose Ambulante".

Um grande tesouro do filme está no material de arquivo, proveniente de particulares, parentes, amigos, emissoras de tevê, contando inclusive com algumas imagens inéditas - o que consumiu cerca de 25% do orçamento total do filme (R$ 2,4 milhões), para pagamento de direitos.

Valeu a pena. Nada mais eloquente sobre Raul do que ele mesmo. E trechos de filmes, como "Balada Sangrenta" (58), de Michael Curtiz, que mostra o jovem Elvis Presley no auge, e "Sem Destino" (69), de Dennis Hopper, fecham a moldura da época que o cantor viveu tão intensamente.

terça-feira, 27 de março de 2012

HOJE:Geração faz homenagem ao dia do circo ao vivo na UPTV as 21:15


HOJE: o Programa Geração com o melhor dos anos 80 estara ao vivo pra fazer uma super Homenagem ao dia do circo!!confirmados as presenças de Virginia de Mauro ( Lully do Beto Carreiro), Palhaço Xibum,o cineasta Carlos Dias(trapinhas) e a Clown Fumiguitta...alem de concorrer a camiseta da hora,e recordar circos dos anos 80 ,terça as 21:15 no www.uptv.com.br

domingo, 25 de março de 2012

Record mostra Renato Rocha(ex Legião) que vive nas ruas


O baixista Renato Rocha fez parte da formação original do Legião Urbana e participou da gravação dos três primeiros discos do grupo. A equipe da Record encontrou o músico perambulando pelas ruas do Rio. Em entrevista exclusiva, Renato contou o que aconteceu com sua vida.
O Domingo Espetacular da Rede Record fez hoje uma reportagem especial que mostra o descaso da indústria da música para com músicos que deram importantes contribuições à nossa cultura. Renato Rocha, que era baixista da banda Legião Urbana vive há 5 anos nas ruas e enfrenta a miséria diariamente depois de perder tudo o que havia conseguido conquistar com seu trabalho no Legião Urbana.

Ele perambula pelas ruas do centro do Rio de Janeiro carregando os poucos pertences pessoais que ainda possui em uma sacola plástica.

A equipe de reportagem da Record foi em Brasília e conseguiu contato com o pai dele para ver se haveria meios de ajudá-lo. Também procuraram Marcelo Bonfá e Dado Vilalobos, mas eles não quiseram se pronunciar sobre o motivo de não darem apoio ao colega de profissão que emprestou seu talento durante 4 anos ao Legião Urbana ao lado de Renato Russo, no período de 1984 até 1988.

Renato Rocha também reclama dos direitos autorais, pois segundo ele já não recebe mais nada pelas suas músicas na banda e quando recebe é muito pouco. Depois de sair do Legião Urbana ele se casou, mas também perdeu a mulher e os dois filhos que agora moram em Brasília, mas ele não tem mais contato.

É muito triste ver uma história destas, pois muitas bandas que hoje estão na mídia e tem seu espaço garantido, poderiam dar uma ajuda para ele conseguir voltar a tocar ou pelo menos fazer algumas apresentações especiais em apresentações de outras bandas -- o que por si só já serviria para Renato Rocha conseguir recuperar sua auto-estima e poder voltar a ter forças para trabalhar e reconquistar sua dignidade

Faleceu o cantor sertanejo João Mineiro


O cantor sertanejo João Mineiro, de 76 anos, morreu no fim da noite deste sábado (24), no hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí, SP. Ele estava internado desde segunda-feira (19) depois de ter passado mal em sua casa em Campo Limpo Paulista, cidade vizinha de Jundiaí. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da dupla João Mineiro e Marciano.

O cantor ficou conhecido com a dupla João Mineiro e Marciano. Nos últimos anos ele fazia dupla com outro cantor sertanejo, Mariano.

A assessoria de imprensa do hospital informou que João Mineiro foi atendido com insuficiência cardíaca e que na noite da sexta-feira o quadro de saúde se agravou. O cantor passou por um a cirurgia mas não houve melhora e ele passou o sábado (24) respirando com a ajuda de aparelhos.

Segundo a assessoria, a despedida será feita às 8h deste domingo (25) no Velório Municipal Adamastor Fernandes, em Jundiaí, SP. O corpo ficará no local até às 16h30 e depois será levado até Andradas, no sul de Minas Gerais, cidade natal do cantor.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Morre Chico Anysio


Morreu nesta sexta-feira (23), aos 80 anos, o humorista Chico Anysio. Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio. Ao longo de seus 65 anos de carreira, Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro. Ele deixa oito filhos.

Anysio apresentou uma piora nas funções respiratórias e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.

O ator também já foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.

No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.

Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.

Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.

Rádio e TV
Foi no Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o proprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.

“Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: "'Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009.

Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.
O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.

Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990).

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.

Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.



Cinema
A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista ao G1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estréia de Chicono cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.
"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.

Literatura e artes plásticas
Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.

“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.

“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.

Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.

Carreira esportiva
Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.
“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.

Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.
Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.

Casamentos e filhos
O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.

Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.

Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.” As informações são do G1.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mel Lisboa interpretara Rita Lee


A atriz Mel Lisboa, mãe do pequeno Bernardo e grávida de seis meses de Clarice, frutos de seu casamento com o músico Felipe Roseno, está fazendo aulas de canto.

O objetivo é fazer bonito no musical Rita Lee Mora ao Lado, previsto para estrear em São Paulo entre outubro e novembro deste ano. Mel dará vida à própria Rita Lee e cantará os sucessos da nossa rainha do rock.

A atriz contou ao blog Atores & Bastidores que foi aprovada pela própria cantora para vivê-la nos palcos. Mel ainda estará amamentando Clarice quando os ensaios começarem, no segundo semestre. Mas não tinha como recusar.

- É uma oportunidade única de viver uma mulher da qual sou fã e que rompeu tantas barreiras e ainda continua rompendo.

Para ir se acostumando com o papel, ela já adotou os cabelos ruivos de Rita.

Além do projeto futuro, Mel continua em cartaz com o espetáculo Cine Camaleão – A Boca do Lixo até 2 de abril, quando entra em licença-maternidade.

O musical sobre Rita Lee é produzido por Marcio Macena e terá Paulinho Moska como diretor musical e iluminação por ninguém menos que Ney Matogrosso.

terça-feira, 20 de março de 2012

Hoje as 21:15 tem a grande estreia do Geração na UPTV



HOJE!!!! estreia ao vivo na Emissora Uptv o Programa Geração as 21:15 com o melhor dos anos 80 e na estréia presenaça do cantor William Sant'anna (placa luminosa) revivendo grandes sucessos da música,alem de claro voce que assistir concorrer a uma Camiseta da Hora acessem http://www.uptv.com.br/